Professor Hugo Segawa aponta “área cinza da arquitetura brasileira”

Ele discutirá o assunto em webinar de pré-celebração do centenário da Semana de Arte Moderna
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Arte: FAP
Arte: FAP

Ele discutirá o assunto em webinar de pré-celebração do centenário da Semana de Arte Moderna

*João Vitor, da equipe FAP

O professor titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP) Hugo Segawa define o período de 1930 a 1950 como “área cinza da arquitetura brasileira”. Ele discutirá o assunto nesta quinta-feira (04/11), a partir das 17 horas, em webinar da Biblioteca Salomão Malina e Fundação Astrojildo Pereira (FAP), em pré-comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna.

Assista!

“Área cinza é uma situação na qual é difícil julgar-se o que é certo e o que é errado. E é assim que enxergo a arquitetura nos anos de 30 a 50 no Brasil: como um período efervescente”, explica Segawa.

O público pode acompanhar o evento, em tempo real, no portal e no canal da fundação no Youtube, na página da entidade no Facebook e na rede social da biblioteca.

O mediador do debate será o doutor em arquitetura, pesquisador e professor emérito da Universidade de Brasília (UnB) Frederico Holanda. “Hugo vai fazer uma palestra intrigante sobre uma etapa em que surgem grandes nomes para a arquitetura”, diz o professor.

Lina Bo Bardi, Paulo Mendes da Rocha, Oscar Niemeyer, Vilanovas Artigas, Lúcio Costa e Le Courbisier são exemplos de arquitetos responsáveis por essa zona de efervescência descrita por Segawa.

Naquela época, houve polêmica entre os arquitetos Lúcio Costa e Le Corbusier. “Em 1936, no Rio de Janeiro, Lúcio Costa (1902-1998) liderava trabalho que resultaria no Ministério da Educação e Saúde Pública. Entretanto, o sueco Le Courbizie (1887 – 1965) alegava que o projeto era seu. Isso causou mal-estar entre os dois arquitetos”, conta o mediador do webinar.

A história aponta a origem da arquitetura moderna na Europa, no contexto da Revolução Industrial e do desenvolvimento tecnológico. É nesse momento que técnicas novas foram utilizadas para a construção de arranha-céus e da Torre Eiffel.

A arquitetura moderna brasileira se deu de maneira mais expressiva entre 1930 e 1950, com as propostas da Semana de Arte Moderna de 1922.

*Integrante do programa de estágios da FAP

Ciclo de Debates sobre Centenário da Semana de Arte Moderna
Webinário sobre área cinza: arquitetura brasileira
Dia: 04/11/2021Transmissão: a partir das 17h
Onde: Perfil da Biblioteca Salomão Malina no Facebook e no portal da FAP e redes sociais (Facebook e Youtube) da entidade
Realização: Biblioteca Salomão Malina e Fundação Astrojildo Pereira

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