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Evandro Milet: Tecnologia - Desemprego de um lado e vagas sobrando do outro

Evandro Milet / A Gazeta

O pai biológico de Steve Jobs(Apple) era sírio, o pai de Jeff Bezos(Amazon) é cubano, Sergey Brin (Google) nasceu na Rússia, Elon Musk (Tesla) é sul-africano e o brasileiro Eduardo Saverin foi um dos fundadores do Facebook.  Em 2019, 45% das empresas listadas entre as 500 destacadas pela revista Fortune haviam sido fundadas por imigrantes ou filhos de imigrantes nos EUA.

E não é só isso. Além dos fundadores, executivos e técnicos de alto nível são imigrantes. Jony Ive(principal designer Apple) é inglês, Satya Nadella, indiano, é o atual diretor executivo da Microsoft e Pichai Sundararajan, conhecido como Sundar Pichai, também indiano, é o atual CEO da Google e da Alphabet.

Os Estados Unidos são sugadores de cérebros privilegiados de todo o mundo, pessoas habilitadas para serem aceitas nas suas grandes e exclusivas universidades de ponta. A busca dos brasileiros com alta qualificação profissional por um visto de permanência nos Estados Unidos ganhou força durante a pandemia. Para especialistas, a frustração com o mercado de trabalho por aqui - somada à política imigratória mais flexível do presidente americano Joe Biden - pode provocar um recorde no êxodo de mão de obra especializada.

Considerando apenas os pedidos feitos nos consulados do Brasil, a demanda pelo green card de profissionais de “interesse nacional” ou com oferta de emprego nos EUA subiu 36%, de 1.389 para 1.899, em 2020. Além disso, não é mais preciso se mudar para lá para trabalhar em uma empresa americana. O home office pode ser feito aqui mesmo, até na praia, recebendo em dólar.

Enquanto isso, um apagão de mão de obra tecnológica acontece no Brasil e no mundo, inclusive nos Estados Unidos, apesar de toda a imigração.

O fenômeno tem a ver, por um lado, com o fato de que hoje todas as empresas são, e serão cada vez mais daqui para a frente, tecnológicas, dado o impacto do mundo digital em todas as atividades empresariais, do marketing à produção, passando pelos recursos humanos, pela logística, pela administração e finanças, com mudança de perfis profissionais antigos e novas profissões.

Do lado da oferta de pessoal, a carência detectada de formação nas áreas STEAM(Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática) cria o fenômeno de desemprego alto e vagas sobrando, por que não há pessoas capacitadas para as vagas que se apresentam.

Esse desbalanço provoca uma onda de contratação de pessoas antes de estarem formadas, empresas não exigem mais curso superior nas vagas tecnológicas, ainda mais que fica muito patente a defasagem de currículos nos cursos universitários, apartados da realidade das empresas.

O lado positivo é a enxurrada de novos cursos de formação de profissionais para a área de TI bancadas por empresas e por instituições que operavam formações diversas, incentivando profissionais de outras áreas a aprender programação.

A tecnologia também reage, criando plataformas de desenvolvimento sem código, que permitem que programadores e pessoas sem conhecimento de programação criem software aplicativo usando interfaces gráficas e configurações em vez da programação de computador tradicional.

Segundo a Brasscom (Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), o Brasil forma 46 mil pessoas com perfil tecnológico por ano. E a estimativa para o futuro não é boa: até 2024 serão necessários 420 mil profissionais na área.

Urge formar pessoal aos milhares para ocupar essas vagas, com o risco de atrasar qualquer projeto de recuperação econômica do país.

Fonte: A Gazeta
https://www.agazeta.com.br/colunas/evandro-milet/tecnologia-desemprego-de-um-lado-e-vagas-sobrando-do-outro-1221


Edson Barbosa comenta a importância da comunicação política para 2022

Jornalista e publicitário foi o sexto palestrante de curso para pré-candidatos e suas equipes

João Rodrigues, da equipe da FAP

Na Aula 06 do curso Jornada Cidadã 2022, ministrada na noite desta segunda-feira (08), foi abordado o tema “Marketing e comunicação política”. O jornalista e publicitário Edson Barbosa, referência internacional em campanhas eleitorais, falou sobre a necessidade de o candidato ter seus princípios, metas e valores bem definidos. O curso, destinado a pré-candidatos para as eleições do próximo ano e suas equipes, segue com inscrições abertas por meio da plataforma Somos Cidadania. A aula completa está disponível no link: https://youtu.be/A0UTjV8TJqI




Marcelo Nunes alerta para risco de fakes news na pré-campanha

Ex-servidor do TRE/ES, advogado especialista em direito eleitoral foi o quarto palestrantes do curso Jornada Cidadã 2022

João Rodrigues, da equipe da FAP

Na Aula 04 do curso Jornada Cidadã, ministrada na noite desta quarta-feira (27), foi abordado o tema “Direito e Regras Eleitorais na Campanha de 2022 – Legislação e Regulamentação do TSE: o que pode e o que não pode”, além de temas como federação partidária e as principais jurisprudências da Justiça Eleitoral. Marcelo Nunes, advogado especialista em direito eleitoral, tem mais de 20 anos de atuação em eleições nacionais e regionais.

O curso, destinado a pré-candidatos para as eleições do próximo ano e suas equipes, segue com inscrições abertas por meio da plataforma Somos Cidadania.

A aula completa está disponível no Youtube da FAP.

Confira o vídeo com parte da aula do professor Marcelo Nunes.




Biblioteca Salomão Malina oferece curso gratuito de japonês para iniciantes

Início das aulas está marcado para o dia 19 de outubro. Inscrições estão abertas; vagas limitadas

Cleomar Almeida, da equipe FAP

Sem qualquer custo, pessoas a partir de 14 anos de idade podem se inscrever no curso gratuito de japonês para iniciantes, a ser ministrado na Biblioteca Salomão Malina, mantida pela Fundação Astrojildo Pereira (FAP), no Conic, no Setor de Diversões Sul (SDS), em Brasília. O início das aulas presenciais está marcado para o dia 19 de outubro, das 15h às 15h50. As vagas são limitadas.

Clique aqui e faça sua inscrição!

A nova turma marca a retomada do projeto de curso de idiomas da Biblioteca Salomão Malina, com apoio da FAP, iniciado em outubro de 2019 e que foi suspenso, em fevereiro de 2020, por causa da pandemia da covid-19. Agora, mesmo com parte da população vacinada, as aulas serão retomadas, e o local seguirá uma série de recomendações das autoridades sanitárias. São oferecidas 30 vagas.

As inscrições podem ser realizadas por meio do formulário na internet. Os interessados devem informar nome completo, e-mail, data de nascimento, número do registro geral (carteira de identidade), telefone, profissão e como soube do curso. As informações pessoais serão mantidas em sigilo.

Caso tenham dificuldade de acesso à internet, as pessoas também podem ir diretamente à biblioteca e solicitar sua inscrição. É necessária autorização de pais ou outros responsáveis, se o aluno tiver menos de 18 anos de idade.

As aulas serão ministradas, sempre às terças-feiras, das 15h às 15h50, pelo professor Ítalo Bernardes, graduado em língua e literatura japonesas pela Universidade de Brasília (UnB). Ele também cursa mestrado em Literatura e Práticas Sociais pelo Departamento de Teoria Literária e Literatura da UnB.


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Em 2019, a biblioteca registrou 62 alunos matriculados no curso de japonês; 49, no curso de inglês; e 42, na turma de espanhol. As aulas foram oferecidas gratuitamente para iniciantes.

A biblioteca não emite certificado do curso para os alunos, já que não é uma instituição de ensino. No entanto, poderá entregar declarações com informações do curso e quantidade de horas estudadas, conforme solicitação.

Curso de japonês para iniciantes
Inscrições abertas
Início das aulas: 19/10/2021
Horário: das 15 às 15h50
Onde: Biblioteca Salomão Malina
Endereço: SDS, Bloco P, ED. Venâncio III, Conic, loja 52, Brasília (DF). CEP: 70393-902
Telefone: (61) 3323-6388
WhatsApp: (61) 98401-5561. (Clique no número para abrir o WhatsApp Web)


Aula inaugural da Jornada 2022: senador do Cidadania fala sobre ética na política

Senador explicou como fazer uma campanha bem-sucedida com respeito a princípios morais sólidos e a importância de uma postura coerente desde o início do mandato

João Rodrigues, da equipe da FAP

Durante Aula Inaugural do curso Jornada Cidadã 2022, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), pré-candidato à Presidência da República, explicou a relação entre a ética na vida pessoal e atuação pública, como fazer uma campanha bem-sucedida com respeito a princípios morais sólidos e a importância de uma postura coerente desde o início do mandato.
A live completa está disponível no Youtube da FAP.




Curso Jornada Cidadã 2022: inscrições abertas

Início das aulas será em 13/10 (quarta-feira), às 19h, com o senador Alessandro Vieira.

João Rodrigues, da equipe da FAP

Com o objetivo de preparar filiados do Cidadania 23, bem como pré-candidatos e suas respectivas equipes para as eleições do próximo ano, a Fundação Astrojildo Pereira (FAP) lança o curso Jornada Cidadã 2022.

A capacitação telepresencial vai abordar liderança, marketing e comunicação política, regras eleitorais para a campanha de 2022, além de temas como educação, saúde, segurança, meio ambiente, estratégia pós-Covid e muito mais.

As inscrições devem ser realizadas no site: somos23.somoscidadania.org.br

Confira o vídeo institucional do curso:




Marrafon fala sobre o novo curso de formação política da FAP

Capacitação online para pré-candidatos terá no corpo docente os senadores Alessandro Vieira e Eliziane Gama e os ex-ministros Cristovam Buarque e Raul Jungmann, entre outros profissionais de destaque nacional.

João Rodrigues, da equipe da FAP

Em entrevista ao podcast Rádio FAP desta semana, o coordenador pedagógico do curso Jornada Cidadã 2022, Marco Marrafon, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e ex-secretário de Educação de Mato Grosso. Marrafon, exalta time de professores da nova formação política FAP: “altíssimo nível”.

As inscrições devem ser realizadas na plataforma Somos Cidadania.

Confira o vídeo.




Mercado de trabalho brasileiro ficará com ‘cicatrizes’ no pós-pandemia

Os efeitos da pandemia no mercado de trabalho brasileiro devem durar, para aqueles menos qualificados, 9 anos na forma de desemprego, aumento da informalidade e redução da média salarial

Bárbara Cruz / El País

Silvan Nunes trabalhava há quase cinco anos na Agência Nacional de Transporte Terrestre, em Brasília, quando foi desligado. O bacharel em Direito foi um dos 7,8 milhões de brasileiros e brasileiras que viram seu posto de trabalho ser extinto durante a pandemia. “Eu estava em home office e não podia voltar pois moro com pessoas de grupo de risco. Então, perdi o emprego”, conta Silvan, que desde então trabalha como artista autônomo, vendendo pinturas autorais.

Casos como o de Silvan ilustram bem as conclusões do relatório “Emprego em Crise: Trajetória para Melhores Empregos na América Latina Pós-Covid-19”, lançado pelo Banco Mundial em junho. Puxando décadas de experiências e dados sobre crises, o estudo teve como objetivo propor caminhos para o poder público desenvolver melhores políticas de resposta àqueles progressos que foram desfeitos por conta da pandemia na área de oportunidades de empregos formais. A conclusão é que os efeitos da pandemia, as ‘cicatrizes’ no mercado de trabalho brasileiro devem durar, para aqueles menos qualificados, ao menos nove anos na forma de desemprego, aumento da informalidade e redução da média salarial. Para os mais qualificados, os efeitos da crise são menos duradouros.

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Com a pandemia de covid-19, vagas de emprego formal na América Latina e Caribe se tornaram mais raras e menos estáveis. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) contabilizou: na região, 26 milhões de pessoas ficaram desempregadas em 2020.

Thuany Belizário, 25 anos, mora com o marido e o filho de 3 anos em uma casa alugada na cidade de São Paulo. Durante anos, a família juntou dinheiro e conseguiu enfim dar entrada em um apartamento na planta. Mas no dia 2 de março de 2021, Thuany foi demitida quando a empresa em que trabalhava há cerca de dois anos cortou gastos por conta da pandemia. Logo em seguida, Thuany conseguiu uma recolocação no mercado de trabalho em um posto de gasolina, mas depois de 2 meses, foi dispensada novamente por conta da pandemia.

Thuany requereu e conseguiu acesso ao seguro-desemprego. Porém, o processo não foi fácil. “Eu tive muita dificuldade para conseguir. E quando consegui, o pagamento foi feito com muito atraso, o que atrapalhou a nossa vida financeira. Estou como todo brasileiro no meio da pandemia: paga uma conta, deixa outra e assim vai”, conta Thuany.

Desemprego no Brasil
Agora Thuany faz parte dos dois terços da força de trabalho no Brasil que não está empregado formalmente. Para complementar a renda, a jovem se tornou manicure, designer de sobrancelhas e vendedora de lingerie. “Tem sido difícil montar a cartela de clientes. É mais no boca a boca mesmo porque, como a escola do meu filho também fechou por conta da pandemia, bater de porta em porta com uma mala de lingerie, os materiais de manicure e uma criança de 3 anos é praticamente impossível”, relata.

A economista sênior e co-autora do estudo Joana Silva pontuou, durante o webinário que apresentou o relatório a autoridades do governo federal no dia 20 de julho, que mulheres têm dificuldades muito particulares em serem inseridas ou reinseridas no mercado de trabalho formal. Porém, como destaca Joana, “quer seja entre mulheres ou homens, os efeitos das crises são mais graves para os mais vulneráveis e os menos qualificados”.

É o caso de Regileide Carvalho. A Régia, como é conhecida pelos amigos e clientes, trabalhou por mais de 10 anos como massoterapeuta na sede de um banco público em Brasília. Quando a pandemia foi decretada na capital federal, o prédio fechou e Régia se viu sem ter para onde ir durante a semana — e, principalmente — sem renda fixa no final do mês. Ela tentou empreender: abriu uma sala, mas o negócio não vingou por falta de clientes. “Também atendo à domicílio, mas a situação está muito difícil. Muito difícil mesmo”, explica.

O Brasil é um dos países com o maior índice de desigualdade na América Latina, segundo o Banco Mundial. Porém, nem tudo está perdido. Segundo o relatório, onde há ofertas de empregos, mesmo que empregos informais, a economia e o bem estar social se recuperam melhor. A lição que fica é: as medidas adotadas agora pelo governo vão afetar como será o mercado de trabalho na próxima década para as gerações de agora e as futuras. “É uma grande responsabilidade”, adiciona Joana.

O economista sênior do Banco Mundial Matteo Morgandi, ao comentar as implicações do relatório no Brasil, reconhece que os desempregados poderiam ser melhor apoiados, sem que o custo fiscal seja elevado, se o Seguro-Desemprego e o FGTS fossem redesenhados a partir de boas práticas internacionais, “para garantir não apenas o apoio à renda, mas também o acesso à assistência na busca de emprego e ao desenvolvimento de habilidades para proteger os trabalhadores vulneráveis contra futuras crises já que melhoraria as chances de desempregados conseguirem seus próximos trabalhos”, diz Matteo.


Fonte:
El País
https://brasil.elpais.com/brasil/2021-07-28/mercado-de-trabalho-brasileiro-ficara-com-cicatrizes-no-pos-pandemia.html


FAP, em parceria com Cidadania, lança curso de capacitação Gestão Cidadã

Capacitação é destinada a filiados ao partido; inscrições foram abertas nesta quinta-feira em plataforma on-line

Cleomar Almeida, Coordenador de Publicações da FAP

A Fundação Astrojildo Pereira (FAP) abriu, nesta quinta-feira (15/4), as inscrições para o curso Gestão Cidadã, com aulas telepresenciais exclusivas para filiados ao Cidadania, ao qual a entidade é vinculada. As vagas são limitadas. A aula magna do curso está marcada para o dia 3 de maio.

As inscrições poderão ser feitas, diretamente, na plataforma de educação a distância Somos Cidadania, que também foi lançada nesta quinta-feira, de forma totalmente interativa, moderna, com acesso gratuito para matriculados e design responsivo (veja mais detalhes ao final da reportagem).

Clique aqui e conheça o curso Gestão Cidadã

O presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, diz que o curso reforça a tradição quase secular do partido, destinada a “políticas de formação de quadros”. “A diferença é que, mais do que anteriormente, a capacitação é bem mais fundamental neste mundo porque as transformações da sociedade e os processos de inovação se refletem também na gestão pública”, afirmou, em entrevista ao portal da FAP.

Para Freire, a Fundação Astrojildo Pereira tem se revelado, nesses últimos anos, um grande instrumento para formação de quadros do Cidadania. Foto: Lula Marques / AGPT

“Grande instrumento”

“O partido, se quiser ser atual e capaz de governar cidades, estados e o próprio país, precisa formar aqueles que serão responsáveis por essa gestão”, disse Freire. “O Cidadania tem grande instrumento para isso, a Fundação Astrojildo Pereira, que tem se revelado, nesses últimos anos, para a grande formação de quadros do partido”.

Presidente do Conselho Curador da FAP, coordenador do curso e ex-prefeito de Vitória (ES), o médico Luciano Rezende destacou que a atividade de formação é a base da construção do que chamou de “boa política”.

“O Brasil precisa da boa política. A nova política é uma expressão que embute dois preconceitos de que tudo que é novo é bom e tudo que é velho é ruim. O termo correto é boa política”, explicou Rezende. Ele foi prefeito da capital do Espírito Santo por dois mandatos, de 2013 a 2020, e deixou o governo com alta aprovação.

Valores da boa política

A boa política, de acordo com o coordenador do curso, se faz preservando virtudes. “São valores como ética, integridade, lealdade, comprometimento, mas também capacidade de gestão e de compreender o processo de gestão pública, como funciona o arcabouço legal de municípios, estados e país”, destacou.

Rezende: "A atividade de formação é a base da construção do que chamou de “boa política”. Foto: Ana Volpe/Agência Senado

É exatamente por isso que o curso ganha ainda mais relevância nesse momento, logo nos primeiros meses de mandatos de prefeitos, vices e vereadores eleitos, no final do ano passado, em todo o país. “Esse curso da FAP vai tratar de temas que preparam as lideranças para a boa política através da capitação”, disse.

Ouça o podcast da Rádio FAP

https://open.spotify.com/episode/3aZwAxD4z9njpXZ0Chmofr?si=EU2y2VwYToC1eJMV6cBtOQ

Ele citou que os participantes vão aprender como lidar com orçamento, gerenciar crise e usar adequadamente rede sociais, por exemplo, além de entenderem e executarem outras habilidades essenciais para a gestão pública de excelência.

“A agenda diária do cotidiano envolve a movimentação política, e a formação técnica é esquecida. Esse curso lembra que a formação técnica é fundamental”, destacou o ex-prefeito de Vitória.

Gestão pública com eficácia

Diretor-geral da FAP e consultor do Senado, o sociólogo Caetano Araújo ressaltou que o curso vai fornecer o conjunto de informações necessárias para a gestão pública ser eficiente, a fim de os serviços públicos serem realizados com a maior eficácia possível.

Caetano: "A fundação, desde que foi criada, em 2000, tem uma atuação bastante forte na parte de formação política". Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

“A fundação, desde que foi criada, em 2000, tem uma atuação bastante forte na parte de formação política, primeiro com cursos exclusivamente presenciais. Depois no segmento de cursos a distância, no qual temos experiência de sucesso”, disse, referindo-se aos cursos Jornada da Cidadania e Jornada da Vitória realizados no ano passado.

De acordo com o diretor-geral da FAP, o curso será realizado por profissionais altamente competentes em suas respectivas áreas. “São pessoas que têm competência acadêmico-gerencial, conhecidas pelos seus pares e com larga experiência nesses temas”, asseverou.

Araújo disse, ainda, que o curso, certamente, oferecerá um grande arcabouço de conhecimento ao público ao qual se destina. “É certo que os profissionais vão poder passar bastante conhecimento para os nossos alunos. O curso tem tudo para ser um sucesso e vai ter impacto muito positivo na gestão pública dos municípios, sobretudo”, acentuou.

Plataforma Somos Cidadania

Com design responsivo, que se adapta a diferentes dispositivos de acesso (celular, computador e tablet), a plataforma Somos Cidadania é um projeto ousado e robusto de integração partidária e de divulgação de ações do partido e da FAP.

Ao acessar a plataforma, o internauta vai visualizar uma mensagem com o seguinte aviso: “Este é um espaço democrático e amplo que conecta filiados e simpatizantes para promover o debate em torno dos principais temas de relevância nacional”.

Em seguida, para ter melhor experiência de utilização da plataforma, o internauta terá de responder se é filiado ao Cidadania ou simpatizante do partido. Se for filiado, terá de informar número do título de eleitor e do CPF, para confirmação da resposta.

Além de ser o canal de realização do curso, a plataforma servirá também um canal de comunicação e funcionará, ainda, como ponte entre os seus integrantes e todas as lideranças políticas do Cidadania em todo o país.

Nela, os internautas terão a opção de participar de diversos grupos temáticos. Abaixo, veja lista de alguns exemplos, por ordem alfabética:

Além dos grupos temáticos, há uma parte destinada ao perfil de cada uma das pessoas cadastradas na plataforma, assim como espaço para fóruns de discussão e informação sobre eventos do partido e da fundação.

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Gestão Cidadã é tema de podcast da Fundação Astrojildo Pereira

Ex-prefeito de Vitória (ES) e presidente do Conselho Curador da FAP, Luciano Rezende adianta os principiais temas do curso

Capacitar filiados do Cidadania 23 na área de gestão pública com a finalidade de elevar o padrão das administrações municipais. Esse é o objetivo do curso Gestão Cidadã - desafios, prática e perspectivas, que está com inscrições abertas.

Ouça o podcast da Rádio FAP!

https://open.spotify.com/episode/3aZwAxD4z9njpXZ0Chmofr?si=EU2y2VwYToC1eJMV6cBtOQ

No quarto episódio da Rádio FAP, o coordenador da capacitação e presidente do Conselho Curador da Fundação Astrojildo Pereira, Luciano Rezende, explica a dinâmica e o conteúdo programático do curso. Médico e ex-prefeito de Vitória (ES), Luciano Rezende também fala sobre a importância da capacitação contínua na gestão pública e como a pandemia impulsionou a educação a distância no Brasil.

O programa de áudio é publicado em diversas plataformas de streaming como Spotify, Google Podcasts, Ancora, RadioPublic e Pocket Casts. O episódio conta com áudios de Stepan Nercessian e do canal no Youtube do partido Cidadania.

O Rádio FAP é publicado semanalmente, às sextas-feiras. O programa tem a produção e apresentação do jornalista João Rodrigues. A edição-executiva é de Renato Ferraz.

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