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Foram encontrados 14 registros.
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Aleluia, Gretchen (Paraná - Brasil, 1976)
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Ameríndia - Memória, Remorso e Compromisso no V Centenário (São Paulo - Brasil, 1990)
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Anchieta, José do Brasil (Rio de Janeiro-Brasil, 1978)

Chegando ao Brasil em 1553, José de Anchieta, em apenas três meses de contato com os nativos, aprende a língua dos índios tupis e a registra numa gramática. Com obstinada paixão, estuda os hábitos e costumes dos índios, classifica plantas e frutas locais. Interfere no conflito entre indígenas e colonos europeus evitando disputas violentas e facilitando a relação entre ambos. Com a chegada dos franceses comandados por Villegaignon, Anchieta interrompe seu trabalho junto aos índios para negociar a paz. Com Nóbrega, Anchieta dedica-se aos índios tamoios, aliados dos franceses. Na aldeia inicia seu trabalho de apóstolo, vencendo a resistência dos tamoios, pondo fim às lutas. A morte de Nóbrega e a decretação da escravidão dos índios abalam o apóstolo. Adoentado, vê morrer a raça por quem tanto lutou. À encenação dos últimos momentos de sua vida, segue-se a consagração do missionário jesuíta, numa figuração alegórica que o coloca como mito, fundador da civilização sincrética dos trópicos.


Araguaya - a Conspiração do Silêncio (Brasília DF - Brasil, 2003)

O exército brasileiro no auge da ideologia da segurança nacional, um partido de esquerda dissidente, militantes aguerridos (a maioria deles ainda jovem e inexperientes), inocentes camponeses e uma região onde a ambição e a miséria disputavam lugar palmo a palmo. Esse é o cenário de Conspiração do Silêncio, longa-metragem de ficção baseado em extensa pesquisa empreendida pelo realizador e roteirista Ronaldo Duque sobre a Guerrilha do Araguaia, um dos episódios mais importantes de nossa história contemporânea. O filme é narrado a partir do personagem do Padre Chico, um religioso francês que chegou à região no início dos anos 60. A profunda identidade de Padre Chico com as pessoas da região associada ao seu sentimento religioso e dúvidas existenciais permitem abordar esse momento histórico com grande liberdade, evitando o risco de produzir uma "versão oficial".


Brasília: Contradições de Uma Cidade Nova (Rio de Janeiro - Brasil, 1967)

Imagens de Brasília, em seu sexto ano e entrevistas com diferentes categorias de habitantes da nova capital e os "candangos" que a construíram. Uma pergunta estrutura o documentário: uma cidade inteiramente planejada, criada em nome do desenvolvimento nacional e da democratização da sociedade, poderia reproduzir as desigualdades e a opressão existentes em outras regiões do país? Seis anos após sua fundação, Brasília era já uma cidade cheia de problemas: moradias super lotadas, barracos derrubados, mortalidade infantil, mercado de trabalho reduzido, operários expelidos para a periferia, universitários sem perspectiva. O documentário confronta os sonhos do planejamento com as decepções da realidade urbana. O filme foi patrocinado pela Olivetti, que preferiu não divulgá-lo por causa do seu tom crítico.


Caldeirão de Santa Cruz do Deserto (Ceará - Brasil, 1986)

Conta a história da comunidade de Caldeirão que desenvolveu-se em moldes socialistas sob a orientação do beato José Lourenço e foi destruída pela polícia cearense no ano de 1936, o que ocasionou a morte de mais de 2000 camponeses. O filme é histórico em dois sentidos: primeiro, trata-se de documentário contendo depoimentos e imagens inéditos sobre os trágicos episódios que culminaram com a destruição da comunidade liderada pelo beato José Lourenço; segundo, é uma produção cearense, com 80% de recursos humanos e financeiros do Ceará. É um filme que marca o encontro do povo cearense com a sua memória, durante tantas décadas amordaçada, e marca também a consolidação do estado como novo e importante centro de produção cinematográfica no Nordeste. Sem o "ranço" do documentário tradicional, misturando realidade com elementos ficcionais, não se prende apenas ao passado. Muitos acontecimentos presentes ofereceram imagens que redimensionaram historicamente a narrativa. Além de todo o material iconográfico (fotos de época, desenhos, manchetes de jornais etc.), também lança mão do imenso e vigoroso "corpus" da cultura popular nordestina. Nele, os artistas populares, os romeiros, os camponeses sem-terra narram a história. Quem fala do "Caldeirão" é o boi de fitas armado por Pedro Boca Rica, é a poesia de Patativa do Assaré, são os brincantes do Boi Lua Branca, Guerreiro de Dona Margarida; é a banda de pífaros dos Irmãos Anicetos, são os ex-votos de imburana e a romeirada inumerável do Padrinho Cícero. São os bonecos de Maria das Dores Bernardo, filha de Ciça do Barro Cru. Em barro, ela modelou mais de 500 bonecos e cenas coletivas, refazendo toda a epopéia do Caldeirão. Estes são os elementos culturais, presentes e vivos, que ajudam a conduzir o elo narrativo, que constroem as metáforas das resistências, que se fazem símbolos concretos e expressão da vida e luta do povo nordestino.


Central do Brasil (Rio de Janeiro - Brasil, 1996)

Dora Escreve cartas para analfabetos na Central do Brasil, de onde saem os trens para a periferia do Rio de Janeiro e outro estados do país. Nos relatos que ela ouve e transcreve, surge um Brasil desconhecido, um comovente panorama da população migrante, que tenta manter laços com os parentes e o passado. Uma das clientes de Dora é Ana, que deseja escrever uma carta para o marido distante, acompanhada do filho Josué de nove anos. O Menino sonha em encontrar o pai que nunca conheceu. Na estação, Ana é atropelada e Josué fica abandonado. Mesmo a contragosto, Dora acaba acolhendo o garoto e envolvendo-se com ele. Dora termina por levar Josué para o interior do Nordeste, à procura do pai. À medida que vão entrando pasí adentro, esses dois personagens, tão diferentes, vão se aproximando. Começa então uma viagem fascinante pelo interior do Brasil, à procura do pai desaparecido. Também um a viagem profundamente emotiva ao coração de cada um dos personagens do filme.


Deus e o Diabo Na Terra do Sol (Rio de Janeiro - Brasil, 1963)

Os camponeses Manoel e Rosa viviam no sertão, trabalhando com as próprias mãos. Por causa de um desentendimento com o dono da terra, provocado pela divisão das cabeças de gado, Manoel mata o patrão e tem de fugir. Com a esposa, vai refugiar-se junto ao negro Sebastião, líder messiânico que lidera uma comunidade de deserdados no Monte Santo. Apesar da oposição de Rosa, Manoel torna-se fiel seguidor de Sebastião, cumprindo todas as penitências por ele impostas. A rebeldia de Rosa é considerada coisa do Diabo, para purificá-la é necessário o sacrifício de uma criança inocente. Durante a cerimônia, Rosa consegue assassinar Sebastião, libertando Manoel. Isto coincide com a ofensiva armada contra o Monte Santo, liderada por Antônio das Mortes, matador profissional contratado pelos fazendeiros prejudicados pelos saques dos fanáticos às suas fazendas. Manoel e Rosa vagueiam pelo sertão até encontrarem os cangaceiros do bando de Corisco, foragidos depois do assassinato do chefe de Lampião. Unem-se ao grupo, até que este é igualmente arrasado por Antônio das Mortes. Manoel e Rosa escapam, só lhes restando agora enfrentar o próprio destino.


Dom Hélder Câmara - o Santo Rebelde (Brasília DF - Brasil, 2004)

Documentário que revisita os pensamentos de Dom Hélder Câmara, arcebispo emérito de Olinda e Recife, falecido em 1999. Mostra sua participação política, sua luta pela justiça, paz e a promoção humana contra a miséria e a fome, seus anseios e decepções, contados por amigos, estudiosos e o próprio Dom Helder em cenas inéditas no Brasil e na Europa, bem como sua indicação por quatro anos seguidos ao prêmio Nobel da Paz.


Frei Tito (São Paulo - Brasil, 1983)

O filme é a reconstituição da vida do frei dominicano que esteve preso em São Paulo, nas dependências do Doi-Codi, acusado de subversão e participação no movimento de Carlos Marighela e que, exilado na França, pratica suicídio em Lyon, a 10 de agosto de 1974, aos 29 anos de idade. É considerado um mártir da Igreja.


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