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Foram encontrados 11 registros.
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Ameríndia - Memória, Remorso e Compromisso no V Centenário (São Paulo - Brasil, 1990)
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Anchieta, José do Brasil (Rio de Janeiro-Brasil, 1978)

Chegando ao Brasil em 1553, José de Anchieta, em apenas três meses de contato com os nativos, aprende a língua dos índios tupis e a registra numa gramática. Com obstinada paixão, estuda os hábitos e costumes dos índios, classifica plantas e frutas locais. Interfere no conflito entre indígenas e colonos europeus evitando disputas violentas e facilitando a relação entre ambos. Com a chegada dos franceses comandados por Villegaignon, Anchieta interrompe seu trabalho junto aos índios para negociar a paz. Com Nóbrega, Anchieta dedica-se aos índios tamoios, aliados dos franceses. Na aldeia inicia seu trabalho de apóstolo, vencendo a resistência dos tamoios, pondo fim às lutas. A morte de Nóbrega e a decretação da escravidão dos índios abalam o apóstolo. Adoentado, vê morrer a raça por quem tanto lutou. À encenação dos últimos momentos de sua vida, segue-se a consagração do missionário jesuíta, numa figuração alegórica que o coloca como mito, fundador da civilização sincrética dos trópicos.


Avaeté, Semente da Vingança (Rio de Janeiro - Brasil, 1985)

Encenação de uma ocorrência verídica: o extermínio de uma tribo indígena comandado pelo empresário de uma firma agropecuária na região centro-oeste do País; o apoio de um cozinheiro arrependido a um menor sobrevivente do massacre e o desejo de revanche deste, mesclando seus anseios de vingança ao choque cultural por que passa em sua adolescência e juventude, sobretudo quando chega à metrópole São Paulo.


Brava Gente Brasileira (Rio de Janeiro - Brasil, 2000)

No século 18, o Brasil ainda é um território desconhecido para Portugal, cheio de mistérios e habitantes desconhecidos. A coroa já tem noção de suas dimensões continentais, mas precisa mapeá-lo. Em 1778, uma caravana é mandada ao Pantanal para fazer um levantamento topográfico da região, aos cuidados de Diogo, astrônomo, naturalista e cartógrafo em direção ao Forte Coimbra, permanentemente assediado pelos índios cavaleiros da tribo Guaicurus, com quem Portugal tenta um acordo de paz. No caminho encontram um grupo de mulheres índias que são estupradas pelos soldados. Três personagens se destacam: Pedro, que chefia o grupo e é particularmente feroz; Antônio, que leva consigo um mapa de prováveis minas de prata e Diogo, que terá de confrontar sua formação "ilustrada" com a dura realidade da colônia. Diogo impede a morte da índia Ánote e todos seguem para o forte onde o comandante vive com uma índia aculturada. A relação de Diogo e Ánote expressa a síntese do conflito entre os dois mundos, assim como as tentativas do comandante em conciliar a civilização indígena e a portuguesa, ambas se desagregando no choque cultural. Nos 500 anos de descobrimento do Brasil, o filme mostra cruamente como se desenvolveram as relações entre os invasores portugueses e os nativos.


Iracema, Uma Transa Amazônica (São Paulo-Brasil , 1975)

1970. Tião Brasil Grande, sulista, é motorista de caminhão na Transamazônica. Em Belém do Pará, durante as festas do Círio de Nazaré, conhece Iracema, adolescente índia prostituída. Leva-a em sua companhia, deixando-a depois num vilarejo no meio da estrada, e segue seu rumo. A viagem de Tião, como todo o filme, serve de pretexto para mostrar os problemas da região desmatamento descontrolado, más condições de trabalho e saúde, até mesmo venda de camposeses. Um dia, Tião reencontra Iracema no prostíbulo de terceira classe, desalentada e doente. Recusa-se a dar-lhe uma carona e a abandona no meio da estrada, repetindo de modo metafórico o romance homônimo de José de Alencar, onde a jovem índia é abandonada depois de seduzida pelo conquistador estrangeiro. Quase um documentário sobre a estrada: o avesso da propaganda milagre institucional.


O Bravo Guerreiro (Guanabara/RJ-Brasil, 1968)

Miguel Horta, jovem deputado da oposição, decide mudar de partido para se infiltrar no governo, achando que só dentro do poder é que poderia fazer alguma coisa pela causa pública. Um dia recebe em casa a visita de um cabo eleitoral dizendo que pelegos tentam derrubar a diretoria do sindicato, tendo por motivo um projeto de lei de sua autoria. Apesar dos apelos de Clara, sua mulher, Miguel vai para o sindicato, onde os trabalhadores estão reunidos em assembléia-geral. Quando o presidente do sindicato consegue superar a situação, Miguel faz um discurso narrando toda a sua trajetória política e termina dizendo que não é mais indicado para defender os sindicalizados. De volta a seu lar, percorrendo a casa vazia, vai até a escrivaninha, pega um revólver e encosta o cano no céu da boca. Considerado integrante da segunda fase do Cinema Novo (movimento cinematográfico brasileiro da década de 60).


O Descobrimento do Brasil (Rio de Janeiro/Bahia - Brasil, 1937)

Reconstituição da viagem de Pedro Álvares Cabral, da partida do Tejo à realização da primeira missa na nova terra, de acordo com os relato de Pero Vaz de Caminha. "O Decobrimento do Brasil é a Carta de Pero Vaz de Caminha em figuras com admiráveis cenas, especialmente as que exibem multidão. Aí estão os fidalgos cobertos de veludo e seda, a marujada descalça, a nau perdida, a chegada da Santa Cruz, a missa, a dança dos índios, a exelente música de Villa-Lobos". - Graciliano Ramos.


Raoni (Brasil/França/Bélgica, 1978)
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República Guarani (Paraná - Brasil, 1982)
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Xingu Terra (São Paulo - Brasil, 1981)

O Parque Indígena do Xingu é um arquipélago onde se tolera que as culturas autóctones ali instaladas dêem continuidade às suas seculares tradições. Dá seqüência a uma extensa série de observações documentais que a realizadora vem efetuando atentamente na região desde 1974. O cotidiano da aldeia indígena Mekmaku do Alto Xingu: a plantação e a colheita de mandioca, a pesca, a preparação da tinta de urucu, a modelagem de cerâmica doméstica. A divisão de tarefas entre homens e mulheres, a terra coletivizada, a ausência de noção de temporalidade, o chefe conselheiro da tribo, o relacionamento entre pais e filhos: apresentação do sistema de valores que mantém o equilíbrio entre o homem, a aldeia e a natureza. Motivado por um depoimento de um índio que relembra os tempos matriarcais, reproduzem-se os rituais da tribo: os preparativos, o cerimonial de casamento para o homem e a mulher, o intercâmbio de uma aldeia com outra, a grande celebração da Festa do Yamuricumã. A purificação pela sangria, a pintura corporal totêmica que distingue as diversas tribos, a reprodução pelas mulheres do antigo espírito guerreiro das matriarcas, as competições masculinas intergrupais: sinais evidentes da liberdade que a civilização branca abandonou ao distinguir o mito da realidade cotidiana.


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